A Telemedicina no Brasil

A Telemedicina no Brasil

Há muito tempo, testemunhamos os avanços da medicina e o quanto esta também tem se apoiado nas grandes descobertas da tecnologia. Em um mundo em constante transformação, a tecnologia tem ajudado a garantir respostas mais rápidas, inovadoras e eficientes para vários campos de estudo, entre eles a Saúde, através do desenvolvimento de ferramentas que vieram facilitar nossas rotinas.

Neste ano, devido à necessidade de isolamento social, introduzimos, em nossa vida diária, diversas maneiras de nos comunicarmos com video-chamadas, diminuindo muito a saudade entre nossos entes queridos. Na Educação, o acesso também se deu a distância, em alguns casos da Rede Privada e, na Saúde, não poderia ser diferente, pois, em meio à pandemia, a relação médico-paciente também passou por mudanças pelo uso de ferramentas digitais. Temos presenciado, então, pacientes cirúrgicos tirarem suas dúvidas sobre orientações de pós-operatório, através do WhatsApp, como também, troca de mensagens com especialistas de saúde, sobre tratamentos a seguir. São muitos os casos em que a prática médica está sendo realizada a distância, e muitos benefícios foram constatados com essa ação que é chamada de Telemedicina.

 Em abril de 2020, o Congresso Nacional aprovou, em caráter excepcional, o uso da Telemedicina, enquanto estivermos em pandemia da COVID-19, e, por essa razão, as discussões sobre esse uso têm avançado bastante, o que revelou a necessidade de infraestrutura, regulamentação e capacitação como fundamentais, para que esse modelo possa avançar mais, pois plataformas como Zoom, Google Meet, Skype, WhatsApp entre outras não se apresentam como ambientes seguros, portanto, é importante que esse modelo de consulta esteja protegido, capaz de garantir a segurança dos dados, tanto do paciente quanto do médico. Além disso, é preciso se levar em conta que o acesso ainda é muito limitado em relação à população brasileira.

O Brasil é um país de proporções continentais e de grande desigualdade social, o que torna muito difícil o acesso a boa educação, segurança, saúde e alimentação. Mesmo assim, conselhos assistenciais, entidades como ONG’s, entre outras empresas privadas têm trabalhado, fortemente, para garantir a capacitação e o uso dos recursos gerados pela tecnologia.

De acordo com a constituição brasileira, a Saúde é um direito universal e, graças à evolução tecnológica, é possível termos mais qualidade de vida, visto que, a matéria da revista Exame do dia 20 de agosto de 2020, revela que desde o início da pandemia, já foram realizados mais de 1 milhão de atendimentos a distância, número muito próximo da quantidade de atendimentos diários realizados no Brasil pelo SUS, presencialmente, o que nos faz refletir que se esse atendimento virtual fosse usado pelo SUS mais de 37% de pessoas seriam beneficiadas por não terem a necessidade de atendimento presencial.

Dentre algumas soluções encontradas para o acesso à Telemedicina pela população mais carente encontra-se a parceria em Rede com ONG’s e outras entidades/instituições que incentivam e fomentam a inclusão digital através de capacitação.

Dessa forma, os mais idosos, principalmente aqueles com dificuldade de locomoção, ao fazerem uso de um dos diversos recursos que um celular pode oferecer como o caso de uma consulta virtual, eles poderão evitar grandes deslocamentos e o contato desnecessário em hospitais e clínicas da região, em que, por muitas vezes, encontram-se lotados.

Aplicativos que medem os batimentos cardíacos, controlam a pressão sanguínea, a queima de calorias já são uma realidade, mas para poucos. No entanto, a tendência é que esses aplicativos fiquem mais simples e, em termos de infraestrutura, o 5G já está aí, uma tecnologia capaz de se conectar a diversos aparelhos que, certamente, farão toda a diferença no atendimento ambulatorial, reduzindo o número dos atendimentos e aglomerações nos hospitais

As vantagens que a Telemedicina pode promover são muitas, como: pacientes que moram em regiões remotas terem acesso aos médicos especialistas, agilidade no diagnóstico, redução do índice de contaminação nas salas de espera, entre outras.

Muitos caminhos ainda devem ser percorridos, mas é preciso haver uma renovação natural nas regulamentações que regem e reorganizem o exercício da medicina, para permitirmos, de fato, a popularização de serviços de qualidade em saúde.

Um movimento como o que está acontecendo agora não tem volta. Todos deverão se reorganizar para que um progresso maior ocorra na sociedade. Os governos, as operadoras de telefonia, as sociedades médicas, os conselhos regionais de medicina, empresas de Saúde, associações, deverão se adaptar e trabalhar, para permitir que todos, inclusive as classes menos favorecidas, e, principalmente, os idosos tenham acesso às oportunidades de tratamento de saúde e informações importantes para melhorar a sua qualidade de vida e seu bem-estar.

Quais são os principais cuidados que a equipe de enfermagem deve ter com um paciente com COVID?

O dia-a-dia na luta contra a doença coronavírus (Covid-19) está sendo fundamental  para salvar vidas. Profissionais de saúde como médicos, enfermeiras, farmacêuticos, técnicos etc. estão na linha de frente da Covid-19, o que os coloca em risco eminente como resultado de seu comprometimento em salvar vidas. Como os médicos, as enfermeiras também desempenham um papel vital no tratamento de pacientes gravemente enfermos.

Embora os trabalhadores de saúde representem menos de 3% da população na grande maioria dos países e menos de 2% em quase todos os países de baixa e média renda, cerca de 14% dos casos de COVID-19 notificados à OMS são entre trabalhadores de saúde. Em alguns países, a proporção pode chegar a 35%. No entanto, a disponibilidade e a qualidade dos dados são limitadas e não é possível estabelecer se os profissionais de saúde foram infectados no local de trabalho ou em ambientes comunitários. Milhares de profissionais de saúde infectados com COVID-19 perderam a vida em todo o mundo.

O COVID-19 expôs os profissionais de saúde e suas famílias a níveis de risco sem precedentes. Embora não seja representativo, os dados de muitos países nas regiões da OMS indicam que as infecções por COVID-19 entre os profissionais de saúde são muito maiores do que na população em geral.

É claro que as enfermeiras estão se preparando para atender ao pedido de ajuda, mas não são super-heróis ou anjos: são mulheres e homens que têm filhos, famílias, amigos e responsabilidades, e devem ser protegidos dos riscos de cuidar de pacientes com sintomas da COVID-19.

Veja agora o PDF que o Cofen e o Coren preparam Recomendações Gerais para Organização dos Serviços de Saúde e preparo das equipes de enfermagem. #EnfermagemContraCoranavirus

Açúcar causa câncer?

Através de algumas pesquisas trouxemos uma perspectiva mais aprofundada sobre o açúcar.

Existem muitas informações e conselhos confusos sobre o açúcar.

Açúcar causa câncer? O açúcar alimenta as células cancerosas, fazendo-as crescer mais agressivamente? E como o açúcar que consumimos através dos alimentos e bebidas afeta nossa saúde, e o que pode ser feito a respeito?

Vamos nos concentrar especificamente no açúcar e no câncer, quebrando alguns mitos e cobrindo o que os pesquisadores estão estudando na esperança de encontrar novas maneiras de tratar as pessoas com câncer.

E vamos descobrir porque a quantidade de açúcar em nossas dietas é motivo de preocupação. Uma dieta rica em açúcar pode ser uma má notícia quando se trata do risco de câncer, mas não pelos motivos que costumam aparecer nas manchetes.

Mas primeiro o básico, para que nossos corpos precisam de açúcar e de onde ele vem em nossa dieta?

Glicose – o combustível da vida

Pesquisamos por açúcar na internet e não demorou muito para encontrar avisos alarmantes como os malefícios do açúcar, a droga mais perigosa e etc.

Mas essa ideia de que o açúcar é responsável por dar o pontapé inicial ou alimentar o crescimento do câncer é uma simplificação exagerada de alguma biologia complicada. Vamos começar com o que o açúcar realmente é.

O açúcar vem em muitas formas diferentes. A forma mais simples é como uma única molécula, como glicose e frutose. Essas moléculas de açúcares simples também podem se unir, seja em pares ou como cadeias mais longas de moléculas. Todas essas combinações de moléculas são carboidratos e são a principal fonte de energia do nosso corpo.

A forma de açúcar com a qual a maioria de nós está familiarizada é o açúcar de mesa, um açúcar simples que se dissolve na água e dá um sabor doce às coisas. Seu nome próprio é sacarose, e é feito de cristais de glicose e frutose. O açúcar de mesa é refinado, o que significa que foi processado para extraí-lo de uma fonte natural (geralmente beterraba sacarina). Alimentos não processados ​​também podem ser ricos em açúcares simples, por exemplo, o mel (também feito principalmente de glicose e frutose) é quase açúcar puro.

Conforme as cadeias de açúcar ficam mais longas, elas perdem o sabor doce e não se dissolvem mais na água. Essas cadeias são chamadas de polissacarídeos e formam um grande componente dos alimentos ricos em amido. Alimentos ricos em amido como arroz, pão, macarrão e vegetais como batatas podem não ter gosto doce, mas também são ricos em carboidratos.

Quase todas as partes do nosso corpo são feitas de células vivas. E são essas células que nos ajudam a ver, respirar, sentir, pensar e muito mais. Embora suas funções no corpo possam ser diferentes, uma coisa que todas essas células têm em comum é que precisam de energia para sobreviver e realizar suas funções. De alguma forma, as células precisam transformar os nutrientes de nossa dieta em uma forma de energia que possam usar, chamada ATP.

Levaria muito tempo para explicar isso, mas de forma simplista o processo começa com glicose. A glicose é o combustível básico que alimenta cada uma de nossas células. Se comemos ou bebemos coisas com alto teor de glicose, como refrigerantes, a glicose é absorvida diretamente pelo sangue, pronta para ser usada pelas células. Se um alimento com amido, como massa, estiver no menu, as enzimas da saliva e dos sucos digestivos o decompõem e o convertem em glicose. E se por algum motivo não houver carboidrato em nossa dieta, as células podem transformar gordura e proteína em glicose como último recurso, porque precisam de glicose para sobreviver.

É aqui que o açúcar e o câncer começam a colidir, porque o câncer é uma doença das células.

Açúcar e câncer

As células cancerosas geralmente crescem rapidamente, multiplicando-se rapidamente, o que consome muita energia. Isso significa que eles precisam de muita glicose. As células cancerosas também precisam de muitos outros nutrientes, como aminoácidos e gorduras; não é apenas açúcar que desejam. É aqui que nasceu o mito de que o açúcar alimenta o câncer: se as células cancerosas precisam de muita glicose, então cortar o açúcar de nossa dieta deve ajudar a impedir o crescimento do câncer, e pode até mesmo impedir o seu desenvolvimento em primeiro lugar. Infelizmente, não é tão simples. Todas as nossas células saudáveis ​​precisam de glicose também, e não há como dizer aos nossos corpos para permitir que as células saudáveis ​​recebam a glicose de que precisam, mas não dê para as células cancerosas. Não há evidências de que seguir uma dieta “sem açúcar” reduza o risco de câncer ou aumente as chances de sobrevivência se você for diagnosticado.

Dr. Felipe Ades – Açúcar alimenta o câncer? Qual seria a dieta ideal para a prevenção da doença?

Aquecer alimentos ou adicioná-los quentes a recipientes plásticos pode aumentar o risco de câncer?

VERDADE. O aquecimento de recipientes plásticos contendo alimentos pode liberar substâncias nocivas com potencial de causar câncer, como a dioxina, o bisfenol A (BPA) e os ftalatos. Visto que não há como ter segurança quanto à presença ou não dessas substâncias nos recipientes utilizados, o recomendável é nunca aquecer alimentos em recipientes plásticos, inclusive mamadeiras. O melhor é transferir a comida para vasilhas de vidro temperado ou de porcelana que suportem o calor. Essa cautela se aplica também para as bandejas de espuma em que são acondicionadas lasanhas e outras massas, por exemplo. O filme plástico utilizado para proteger e cobrir alimentos também deve ser evitado, pois o vapor condensado pode respingar substâncias perigosas no alimento. É mais seguro usar papel toalha, pano de prato ou saco de papel. Tais cuidados são simples e podem evitar danos à saúde.

Exposição a forno de micro-ondas pode provocar câncer?

MITO. A radiação do micro-ondas tem apenas a propriedade de cozinhar e/ou aquecer os alimentos, não alterando a estrutura química ou molecular do alimento. Assim, o consumo de alimentos aquecidos no micro-ondas não aumenta o risco de câncer. O forno de micro-ondas emite uma forma de radiação não ionizante classificada como possivelmente cancerígena para seres humanos, mas a estrutura do forno está preparada para que a radiação não extravase para o ambiente externo. É importante seguir as instruções de utilização dos aparelhos, pois podem trazer riscos se estiverem danificados, principalmente as vedações de portas antigas ou defeituosas – causas mais comuns de vazamento desse tipo de radiação. Outras formas são acúmulo de sujeira, abuso mecânico ou simplesmente o desgaste do uso contínuo.

Fonte: Instituto Nacional do Câncer – https://www.inca.gov.br/mitos-e-verdades/alimentacao

Quais são os 6 C’s do cuidado?

Os conceitos que você deve ser íntimo para seguir na carreira de enfermagem com sucesso

6c's de cuidado

Cuidado

Cuidar é o principal negócio para uma enfermeira pois ao realizar com maestria ela promove o bem-estar da própria instituição de tratamento de saúde bem como melhora a saúde da comunidade inteira. Cuidar define o trabalho de enfermagem. As pessoas que recebem cuidados esperam que seja certo para eles, de forma consistente e regular, em todas as fases da vida deles.

Compaixão

Compaixão é como o cuidado é oferecido por meio de relacionamentos baseados em empatia, respeito e dignidade – também pode ser descrito como bondade inteligente, e é fundamental como as pessoas percebem seu cuidado.

Competência

Competência significa que todos aqueles em funções de cuidado devem ter a capacidade de compreender o indivíduo e suas necessidades de saúde, assim como a experiência clínica e o conhecimento técnico para prestarem cuidados eficazes e tratamentos baseados em pesquisas e evidências.

Comunicação

A comunicação é fundamental para o cuidado bem-sucedido e para um trabalho eficaz em equipe. Ouvir é tão importante quanto o que dizemos e fazer é essencial para ‘nenhuma decisão sobre mim sem mim ‘. A comunicação é a chave para um bom relacionamento com àqueles que estão sob os cuidados de funcionários trabalhando da mesma forma.

Coragem

A coragem nos permite fazer a coisa certa para as pessoas de quem gostamos, para falar quando tivermos preocupações e ter a força pessoal e visão para inovar e abraçar novas formas de trabalhando.

Comprometimento

Um compromisso com nossos pacientes e populações é uma pedra angular do que fazemos. Precisamos construir em nosso compromisso de melhorar o atendimento e experiência de nossos pacientes, para tomar medidas para fazer esta visão e estratégia uma realidade para todos e atender os desafios de saúde, atendimento e suporte à frente.

Quem foi Irmã Simone Roach?

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Irmã Simone Roach – 1922-2016

Uma pioneira na ética da enfermagem que desenvolveu uma teoria influente do cuidado, a irmã Simone Roach recebeu o crédito por estabelecer o primeiro código de ética para enfermeiras no Canadá e inspirar gerações de enfermeiras.

Em 2016, a irmã Simone, que faleceu em 2 de julho em Antigonish, N.S., aos 93 anos, foi chamada para supervisionar o desenvolvimento de um código de ética para enfermeiras registradas no Canadá. Tendo passado nove anos construindo o departamento de enfermagem na Universidade St. Francis Xavier em Antigonish, como diretora do departamento, ela era considerada uma educadora de enfermagem influente e perfeita para o trabalho.

“Ela é uma daquelas pessoas icônicas em nossa profissão”, disse Anne Sutherland Boal, diretora executiva da Canadian Nurses Association. “Ela tocou tantos de nós.”

Embora mudanças tenham sido feitas no código de ética, ele permanece fiel ao que a irmã Simone escreveu há mais de 35 anos, disse Sutherland Boal.


Sua teoria de cuidar, frequentemente chamada de “6 Cs” de cuidar, está inserida no código. “Quando ela falou, ela falou sobre ser humana. Ela falou sobre a responsabilidade de cuidar de um paciente”, disse Joanne Whitty-Rogers, diretora interina e presidente interina da Escola de Enfermagem St. Francis Xavier.

“Não é apenas a tecnologia que salva os pacientes é também o carinho que você mostra aos pacientes.”

Dr. Whitty-Rogers, citando a irmã Simone.

Irmã Simone, membro das Irmãs de Santa Marta, acreditava que o cuidado era intrínseco a todas as pessoas. É carinho, ela ensinou, que é o núcleo e a base básica para o que os enfermeiros fazem todos os dias. “Não nos importamos porque somos enfermeiras ou tecnólogos em radiação, mas porque somos seres humanos”, disse ela aos graduados em enfermagem em 2011 na Universidade McMaster em Hamilton, após receber um doutorado honorário em leis. “A necessidade de cuidar dos outros é o que o chamou para a profissão e é o que vai sustentá-lo através das alegrias, conflitos e desafios que você experimentará.”

O mundo é da enfermagem. Você faz parte.

A enfermagem é uma profissão de saúde que envolve anos de treinamento e educação continuada e especializada para cuidar de pacientes em uma variedade de ambientes. Os enfermeiros são, frequentemente, os primeiros profissionais de saúde que os pacientes encontram. É um especialista técnico, um educador, um conselheiro e um recurso fundamental para a família, utilizando todos os sentidos para melhor cuidar de um paciente.

Como o cuidado é definido?

O dicionário Aurélio define o cuidado como “Demonstração de atenção; em que há cautela, prudência; Aplicação e capricho ao realizar algo; zelo, esmero; Atenção maior em relação a”.

Por que cuidar é uma parte importante da enfermagem?

O cuidado com o paciente não é apenas sobre o aspecto médico da enfermagem. Os pacientes podem sentir estresse sobre suas condições, lesões, procedimentos, cirurgias ou recuperação. É importante que as enfermeiras tratem as doenças físicas de um paciente, bem como suas necessidades emocionais.

Quando as enfermeiras demonstram empatia, promovem uma relação colaborativa com os pacientes, o que pode ajudar a eliminar causas, sintomas ou explicações que resultem em um diagnóstico adequado e tratamentos adequados. A comunicação aberta e o respeito mútuo entre enfermeiros e seus pacientes podem resultar nesses resultados positivos dos pacientes:

  1. Internações mais curtas.
  2. Alívio da dor.
  3. Diminuição da ansiedade.
  4. Perspectiva otimista sobre a recuperação.

Como o cuidado em enfermagem é cultivado?

Ao incutir enfermeiros com os valores do cuidado centrado no paciente, as escolas de enfermagem e as organizações de saúde ajudam a desenvolver uma abordagem compassiva ao cuidado. Os hospitais podem usar simulação para ensinar aos enfermeiros as habilidades que precisam para se relacionar com seus pacientes. Aqui estão algumas maneiras que as enfermeiras podem mostrar que se importam:

  1. Sorriso.
  2. Faça contato visual.
  3. Saúda seu paciente pelo nome deles.
  4. Sente-se em uma cadeira ao lado do paciente quando conversar.
  5. Ouça atentamente sem interromper.
  6. Realize pedidos.
  7. Pergunte aos pacientes o que eles precisam.
  8. Responda perguntas.

Quais são os Seis C’s de Cuidado?

Irmã Simone Roach veio com os cinco C’s de cuidado: compromisso, consciência, competência, compaixão, confiança e comunicação. Os seis C’s são considerados benéficos para melhorar as relações entre colegas de trabalho e pacientes e aumentar as chances de um enfermeiro para o avanço na carreira. Consciência e compaixão se relacionam diretamente com o melhor atendimento possível aos pacientes de forma moralmente responsável e atenciosa. As enfermeiras devem sempre ficar atentas de como gostariam de ser tratadas se trocassem de lugar com seus pacientes.